Capítulo 688

Capítulo 688

Eles estavam tão pressas assim?

Não podiam esperar nem dar mais um passo?

A porta do escritório estava aberta, eles não tinham medo de serem vistos por outras pessoas?

Mario reprovava a falta de vergonha do casal em sua mente, enquanto também tinha a consideraçãode fechar a porta, tornando conveniente para eles fazerem outras atividades no escritório.

Graças a Deus, a acústica do escritório do presidente era boa, caso contrário seria difícil esconder.Afinal, havia muitas pessoas na secretaria e alguém poderia passar pela sala do presidente.

Normalmente, para um homem como Marco Antônio, querer conquistar uma mulher realmente era umprocesso simples, ninguém ousaria falar pelas costas.

Muitos chefes como Marco Antônio tinham amantes, as esposas sabiam, mas não se importavam.

Talvez se importassem, mas sentiam que não podiam controlar, então paravam de se importar.

Mesmo que Marco Antônio fosse casado e estivesse com sua assistente pessoal não afetaria a ele deforma alguma. As pessoas que soubessem só o elogiariam por seu talento e boa sorte.

Mas a situação era completamente diferente para Carla.

Uma vez que as pessoas descobrissem que os dois tinham um caso além do trabalho e isso seespalhasse, Carla se tornaria a figura imoral na boca do povo, acusada de traição e sedução de umamulher casada.

Com esse rótulo, se a esposa do presidente fizesse uma crítica a Carla, nessa hora Marco Antôniotalvez não a protegesse mais.

Carla sem proteção seria como uma pessoa abandonada, então Carla só teria uma saída, sair doGrupo Antônio.

Mesmo que Mario desgostasse de Carla por fazer algo tão imoral, ele ainda queria protegê-la, nãoqueria ver uma colega de trabalho tão boa sair da pior maneira.

Ele pensava, quando tivesse tempo, ele teria que conversar com Carla, para que ela pudesse voltaratrás antes de cometer um erro maior e terminar o relacionamento ambíguo com Marco Antônio,fingindo que nada aconteceu, tudo ainda havia tempo.

Enquanto Mario pensava profundamente, uma voz feminina suave soou atrás dele, “Mario, o que vocêestá fazendo aqui parado? Vigiando a porta?”

Mario olhou instintivamente para a porta do escritório do presidente, certificando-se de que estavabem fechada, antes de olhar para Yolanda Escotet, “Só setou pensando. O que você está fazendoaqui? Procurando por Carla?

Yolanda inclinou um pouco a cabeça, olhando para a porta do escritório do presidente atrás de Mario,e disse baixinho, “Quando Carla começou a se envolver com o Diretor Antônio?”

Ele havia lhe dito que os dois deveriam ter fechado a porta primeiro, mesmo que estivessem compressa.

Agora alguém tinha visto.

Mario estava tão nervoso que suava frio, mas ainda mantinha uma aparência séria, “Cuidado com oque fala! O Diretor Antônio e Carla estão discutindo assuntos de trabalho, você não deve difamá-los. O

Diretor Antônio não é alguém que você possa difamar.”

Yolanda riu levemente, “Você sabe muito bem se estou difamando-os ou não.”

Mario sabia muito bem, era por isso que ele explicou tanto. Normalmente, ele só precisaria dizer umafrase para fazer Yolanda sair.

Ele pensou um pouco e continuou, “Carla não tem muitos colegas próximos na empresa, só você temuma boa relação com ela. Não importa se os outros a criticam, mas seria melhor se você não ofizesse… Acho que, antes de criticá-la, você deveria ao menos ter uma conversa privada com ela,para entender toda a situação.”

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